BAILARICO


Glenn Gould
Dezembro 1, 2009, 05:49
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must see



Stockhausen
Dezembro 1, 2009, 05:30
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Gruppen – uma das minhas peças favoritas dele, uma das primeiras na história da música a usar a espacialização sonora…

Kontakte – uma das primeiras obras de electroacústica



Cage
Dezembro 1, 2009, 04:58
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Kubrick
Dezembro 1, 2009, 04:53
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Aaron Parks
Dezembro 1, 2009, 04:34
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Um dos grandes talentos da nova geração, Aaron Parks pianista de NY, o tema chama-se “Nemesis” do novo disco “invisible cinema”.

ALTA CENA!!!



Mehldau
Dezembro 1, 2009, 03:49
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Olá amigos deixo-vos com um dos meus temas favoritos do Brad Mehldau, “Goodbye Storyteller” do disco Elegiac Cycle. Este video faz parte de um documentário sobre ele q está no youtube na sua integra.

Enjoy!!



Delphic – Madchester, capítulo 353!
Novembro 28, 2009, 18:07
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O título pode dar ideia de que estes moçoilos são personagens de um livro (muito bom) mas que nunca mais acaba! Não estando longe da verdade, “a verdade” é que até lhes acho piada! Oriundos de Manchester, estão sujeitos a não sei quantas associações com New Order e afins mas a julgar pelo trio de singles que lançaram, mostram ter o seu próprio “gingar”. Deixo-vos com a actuação de “Doubt” no programa do Jools Holland e com o video de “This Momentary”.



Massive Attack @Campo Pequeno
Novembro 25, 2009, 05:59
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Fui convidado a fazer uma breve reportagem sobre o final da tournée dos pioneiros do Trip-hop, os ilustres Massive Attack. Devo começar por dizer que não vai ser breve que sou um fã quase doentio desta banda, os Massive são para mim o que os Depeche Mode são para outros tantos por esse país fora. É o 5º concerto que vejo deles. Quase um por ano desde 2003 onde vi o meu primeiro e  melhor concerto deles, no meu dia de anos no Coliseu dos Recreios, na altura com o álbum 100th Window fresquinho. Seis anos e uns meses depois, AINDA não lançaram um novo álbum de originais (lançaram o Collected, um best-off com 2 inéditas, uns EPs e uma banda sonora razoavelzinha [Danny the Dog]). Após algum perído letárgico onde o seu espectáculo não mudava um milímetro, tirando talvez alguma parte visual, os Massive vêem a Portugal para 2 concertos quase esgotados na véspera do lançamento do próximo álbum a 7 de Fevereiro que se vai chamar Heligo Island. Na sua digressão do ano passado já divulgaram umas 5 músicas novas e soaram lindamente no Surf Fest em Sagres, mesmo sendo um festival ao ar livre.

Agora têm  a minha perspectiva ao chegar ao Campo Pequeno. O concerto começou com Martyna Topley Bird, uma velha conhecida da banda e especialmente do Tricky, ex-membro e fiel porta-estandarte do Trip-hop, com mais hop digamos. Veio encantar-nos de vestido vermelho (única cor forte em palco durante a noite) com um baterista/percussionista/didgeridoo/teclados vestido de ninja…que tal esta imagem mental? Eu ponho umas fotos. A menina tem uma voz bonita, mas a ansiedade do público reflectiu-se em aplausos contidos. No entanto estes foram-se enfatizando até à sua última música onde as salvas já eram longas. Músicas fofinhas, pejadas de emoção com feeling do-it-yourself por só estarem 2 em palco, interessante.

Agora sim, entram os mestres, já com o palco a postos, duas baterias, uma de cada lado como lhes é habitual, parafernália, ligam-se os LEDs e começa a tourada: Os painéis atrás da banda passavam mensagens de injustiças cruas e visíveis a todos, a discrepância dos gastos dos deputados ingleses com os números da fome e miséria no terceiro mundo, com números em rodapé, um autêntico pedido de atenção e incitamento à acção através de citações de grandes como Che Guevara, Thoreau, JFK entre outros. Durante a Inertia Creeps passou a notícia do Simão querer acabar a carreira no Benfica…e ficou todo louco (compreensivelmente), momento surreal onde os erros se sobrepuseram a uma das melhores músicas da banda, e um personal favourite. Os momentos altos foram claro as visitas a Mezzanine e Blue Lines com Mezzanine, Teardrop numa versão quase despida de arranjos e com uma voz de Martyna razoável, mas furos abaixo da original (Liz Frazier);  Angel, como sempre um momento a recordar, a voz do dub Horace Andy, um senhor, o Reverb humano; a Risingson, a minha favorita durante anos foi também tocada imaculadamente. Do Blue Lines apenas os pesos pesados Safe from Harm e já no encore Unfinished Sympathy, cantados por uma black momma com uma voz que chegava ao cais de Sodré, sublime. Orfão do 100th window cantou-se Future Proof, uma agradável surpresa dado que esse álbum tem vindo a ser negligenciado pela banda em concertos por ter sido quase inteiramente feito por Robert 3D del Naja. Mas tudo isto é conversa que até provavelmente nem vos interessa…

Que os Massive Attack não falham nos seus clássicos, como Karmacoma (com a qual terminaram o concerto), todos nós sabemos. Nas músicas novas é que a reacção não foi tão massiva. Músicas como Splitting an Atom ou Pray for rain do mais recente EP cativam pouco por serem música mais de sofá, a nova do Horace Andy Girl, I Love you é a sua melhor desde Angel na minha opinião, a minha nuca abanou de prazer. Tocaram mais umas 4 novas, mas falharam nas que eu mas gosto!!! Mas não me vou aqui queixar porque cai em ouvidos moucos…apenas dizer que não tocaram a Marakesh, Dobro e United Snakes, 3 bombas de adrenalina que devem entrar no novo álbum. Verdade seja dita que a vocalista que nelas entra este ausente do concerto, por isso poderá ter sido essa a razão. Só se fosse eu a escolher o alinhamento é que também ficaria feliz :P

Mas finalmente vou dizer-vos porque é que as pessoas vão a concertos de Massive Attack SEMPRE que é possível. Para já é uma das bandas mais inteligentes e originais no espectáculo de luzes e LEDs, inquisitivas, intercalando entre a informação imperativa e sequências visuais hipnóticas. Depois trata-se de uma banda claramente electrónica que não se coíbe de encher o seu som, já com múltiplas camadas, com Rock progressivo, mirabolante e viciante, fugindo sempre à versão de estúdio. Músicas como  Butterfly Caught, Dobro, Future Proof, United Snakes ou Marakesh progridem sempre para um inexorável final apoteótico, acompanhado por imagens impróprias para epilépticos, numa electrónica musculada com distorções e um Del Naja a dançar maníaco em frente aos ecrãs…êxtase sensorial puro.

Por isso, yah, foi um concerto porreiro :P



Uri Caine – Bedrock trio
Novembro 24, 2009, 00:45
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Olá amigos, para quem gosta de jazz misturado com drum&bass e funk, e mt groove, aqui fica um dos meus discos favoritos…

Shelf-Life
Uri Caine/Bedrock | Winter & Winter (2005)

Personnel: Uri Caine: keyboards; Zach Danziger: drums, percussion; Tim Lefebvre: bass, guitar. Special Guests Ralph Alessi: trumpet (4,9); Bootsie Barnes: saxophone (10,16,17); Ruben Gutierrez: clarinet (10); nnnj: reconstruction worker (7,11); DJ Olive: electronic (15,16); Bunny Sigler: vocals (17); Arto Tuncboyaciyan: percussion (1,5,6,8); Luke Vibert: production, programming (6,13,17); Barbara Walker: vocals (11,17); Dan Zank: string programming (17).

Track listing:
1-SteakJacket Prelude;
2-SteakJacket;
3-Defenestration;
4-Wolfowitz in Sheep’s Clothing;
5- Blakey;
6-On The Shelf;
7-Darker Bionic Cue;
8-Strom’s Theremin;
9-Oder;
10- Murray;
11-bE lOOse;
12-Watch Out!;
13- Bauwelklogge (dedicated to Mel Lang);
14-Shish Kabab Franklin;
15- Interruptus;
16- Hello;
17-Sweat.



Genial…
Novembro 23, 2009, 06:24
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